
por Marqués de Sade · M.E. · tapa blanda · ISBN 9788449502972

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«Los infortunios de la virtud» é o romance do Marquês de Sade, publicado por M.E. em brochura (176 páginas, em espanhol).
A obra segue as desventuras de Justine, uma jovem cuja fidelidade à virtude multiplica seus sofrimentos em um mundo hostil. Com ironia e estilo realista, Sade mostra os perigos que espreitam a moça inocente e converte o relato em uma reflexão sobre a moralidade, a injustiça e a natureza humana.
Esta edição, número 94 da coleção 'Clásicos de siempre', oferece a tradução de Beatriz Vitar do original francês 'Justine, ou Les Malheurs de la vertu' (1787).
Clássico da literatura francesa do século XVIII, para interessados no romance filosófico, no debate moral e na narrativa transgressora.

Donatien Alphonse François de Sade, o Marquês de Sade, foi um nobre, político revolucionário, filósofo e escritor francês famoso por sua sexualidade libertina. Suas obras incluem romances, contos, peças de teatro, diálogos e tratados políticos. Durante sua vida, alguns deles foram publicados em seu próprio nome, enquanto outros, que Sade negou ter escrito, apareceram anonimamente. Ele é mais conhecido por suas obras eróticas, que combinavam discurso filosófico com pornografia, retratando fantasias sexuais com ênfase na violência, sofrimento, sexo anal, crime e blasfêmia. Ele era um defensor da liberdade absoluta, sem restrições de moralidade, religião ou lei. As palavras sadismo e sádico são derivadas em referência às obras de ficção que ele escreveu, que retratavam vários atos de crueldade sexual. Enquanto Sade explorava mentalmente uma ampla gama de desvios sexuais, seu comportamento conhecido inclui "apenas o espancamento de uma empregada doméstica e uma orgia com várias prostitutas — comportamento que diverge significativamente da definição clínica de sadismo". Sade era um defensor de bordéis públicos gratuitos fornecidos pelo Estado: a fim de evitar crimes na sociedade que são motivados pela luxúria e para reduzir o desejo de oprimir outros usando seu próprio poder, Sade recomendava bordéis públicos onde as pessoas poderiam satisfazer seus desejos.
