
por Charles Baudelaire · LGF/Le Livre de Poche · libro de bolsillo · ISBN 9782253014386

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«Les Paradis artificiels» é o ensaio de Charles Baudelaire, publicado pela LGF/Le Livre de Poche em edição de bolso (288 páginas, em francês).
Escrito em 1860, o livro reúne dois textos em que Baudelaire examina o haxixe e o ópio: «Le Poème du haschisch» e «Un mangeur d'opium», recriação livre das confissões de Thomas De Quincey. Descreve a embriaguez, as visões e a ânsia de infinito que as drogas provocam, mas também o seu engano: a volúpia deriva em tortura e a viagem onírica termina no regresso ao spleen.
Edição de Jean-Luc Steinmetz, com prefácio e notas, na coleção Classiques de Le Livre de Poche.
Para leitores de literatura francesa e do século XIX, com interesse em ensaios filosóficos e clássicos sobre as drogas e a consciência.

Charles Pierre Baudelaire foi um poeta, ensaísta, tradutor e crítico de arte francês. É considerado um dos precursores do simbolismo e reconhecido internacionalmente como o fundador da tradição moderna em poesia, juntamente com Walt Whitman, embora tenha se relacionado com diversas escolas artísticas. Sua obra teórica também influenciou profundamente as artes plásticas do século XIX.
